A Superinteressante desse mês tem uma matéria muito bacana que tem tudo a ver com os textos "Piratas" e "Pirataria", de Lawrence Lessig...
Fala a respeito do futuro da industria cinematográfica pós pirataria. Depois de ter arrasado com a indústria fonográfica, os "piratas" atacam Hollywood, e os estúdios reagem com fórmulas manjadas ou pedem socorro à internet.
Infelizmente o texto não está disponibilizado na web...
Quem se interessar, procura nas bancas.
Enquanto isso, vai um trechinho:
"Um problemão para a indústria. Mas, em vez de arranjar uma solução criativa para enfrentá-lo, empregaram a velha (e fracassada) tática da indústria do disco: torcer o nariz para a internet e partir para a briga. (...) O cerco fechou tanto que, para assistir "Indiana Jones" antes da estréia, jornalistas tiveram de passar por detectores de metal. Nada mais legítimo, afinal, estamos falando sobre defender propriedade intelectual. Mas o gelo não enxuga: os filmes, mais hora, menos hora, fluem para a rede. E continuam a ameaçar o negócio responsável pelo grosso faturamento da indústria.
E agora Hollywood? Gastar bilhões fazendo filmes se existe a possibilidade de ninguém mais pagar para assisti-los em casa?"
Fala a respeito do futuro da industria cinematográfica pós pirataria. Depois de ter arrasado com a indústria fonográfica, os "piratas" atacam Hollywood, e os estúdios reagem com fórmulas manjadas ou pedem socorro à internet.
Infelizmente o texto não está disponibilizado na web...
Quem se interessar, procura nas bancas.
Enquanto isso, vai um trechinho:
"Um problemão para a indústria. Mas, em vez de arranjar uma solução criativa para enfrentá-lo, empregaram a velha (e fracassada) tática da indústria do disco: torcer o nariz para a internet e partir para a briga. (...) O cerco fechou tanto que, para assistir "Indiana Jones" antes da estréia, jornalistas tiveram de passar por detectores de metal. Nada mais legítimo, afinal, estamos falando sobre defender propriedade intelectual. Mas o gelo não enxuga: os filmes, mais hora, menos hora, fluem para a rede. E continuam a ameaçar o negócio responsável pelo grosso faturamento da indústria.
E agora Hollywood? Gastar bilhões fazendo filmes se existe a possibilidade de ninguém mais pagar para assisti-los em casa?"
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