
Rodrigo Sombra
A integridade dos cartazes londrinos corre perigo. Desde que o misterioso The decapitator invadiu as ruas da capital inglesa com suas intervenções em peças publicitárias, muitas cabeças têm rolado. O artista diverte-se degolando personagens de anúncios: no lugar do sorriso asséptico dos modelos, estampa um chafariz de sangue.
Pouco ou nada se sabe sobre a identidade do The decapitator. Menos ainda se suas motivações são a arte por vandalismo, ativismo anticonsumo, ou se o lance é pura gozação. Isso de ele ser tão misterioso me faz pensar na discussão sobre os limites do conceito de media táticos. É claro que o
Pouco ou nada se sabe sobre a identidade do The decapitator. Menos ainda se suas motivações são a arte por vandalismo, ativismo anticonsumo, ou se o lance é pura gozação.
Isso de ele ser tão misterioso me faz pensar na discussão sobre os limites do conceito de media táticos, uma idéia de fronteiras indefinidas e onde cabe um monte de produções insubordinadas aos ditames da cultura mainstream. Há uma irreverência de cunho, digamos, “contracultural”, em suas subversões da publicidade mainstream. Mas é intrigante que não haja uma “causa” evidente para suas ações. Pode ser situacionismo puro e simpes. Ou quem sabe, a propaganda pouco convencional de um novo blockbuster de terrot...
Confira a galeria completa de decapitações aqui.
abaixo, aprenda a degolar
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