Fonte:Jornal do Senado
O ministro Sérgio Rezende apresentou aos senadores o principal projeto de sua pasta, lançado em novembro do ano passado: o Plano de Ação 2007/2010 de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I). O plano receberá um total de R$ 41,2 bilhões em recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia, de outros ministérios e de empresas estatais. Segundo o ministro, isso demonstra claramente que o governo federal está consciente de que, para atingir bons resultados e colocar o país na vanguarda do setor, será preciso investir bastante.
– É um consenso hoje nacional de que ciência e tecnologia são fundamentais para o desenvolvimento do nosso país – afirmou Rezende.
Durante o debate, promovido pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) por sugestão do senador Renato Casagrande (PSB-ES), o ministro detalhou as várias estratégias que o governo federal pretende adotar nos próximos três anos para alcançar as ambiciosas metas do plano (veja quadro abaixo). Um bom exemplo é a ampliação do número de bolsas de estudo, que permitirá a formação, em 2010, de 16 mil novos doutores no país.
O efetivo cumprimento das metas depende da manutenção das previsões orçamentárias para este e os próximos anos, condicionadas aos rumos da economia brasileira e mundial. Porém, são sólidas as bases para o esperado salto de crescimento.
Primeiro, em 2007, os mais de R$ 2 bilhões arrecadados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico foram novo recorde, superando, inclusive, o pico histórico anterior de verbas voltadas para C&T, nos anos 70. Em segundo lugar, o orçamento da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para 2008 será de R$ 2,8 bilhões, o maior de toda a sua história.
Vários indicadores atestam que o país parece, de fato, vivenciar um círculo virtuoso no setor. O aumento das bolsas de pesquisa e estudo é um deles. Das 95 mil bolsas concedidas em 2006 pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a previsão é se atingir 170 mil em 2010.
Também em 2006 atingiu-se marca histórica de 10 mil doutores titulados. O ministério não comemorou, pois reconhece que o número, aquém dos padrões dos países desenvolvidos, ainda é insuficiente para atender às necessidades de crescimento do Brasil. Por isso, o Plano de Ação tem como meta formar 16 mil doutores e 45 mil mestres em 2010.
A participação brasileira na produção científica mundial – medida pelo número de artigos científicos publicados – saltou de 0,44% em 1981 para 1,92% em 2006. Dados da Organização Mundial de Propriedade Industrial atestam que o Brasil registrou acréscimo de 4% nas patentes solicitadas no exterior.
– É um consenso hoje nacional de que ciência e tecnologia são fundamentais para o desenvolvimento do nosso país – afirmou Rezende.
Durante o debate, promovido pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) por sugestão do senador Renato Casagrande (PSB-ES), o ministro detalhou as várias estratégias que o governo federal pretende adotar nos próximos três anos para alcançar as ambiciosas metas do plano (veja quadro abaixo). Um bom exemplo é a ampliação do número de bolsas de estudo, que permitirá a formação, em 2010, de 16 mil novos doutores no país.
O efetivo cumprimento das metas depende da manutenção das previsões orçamentárias para este e os próximos anos, condicionadas aos rumos da economia brasileira e mundial. Porém, são sólidas as bases para o esperado salto de crescimento.
Primeiro, em 2007, os mais de R$ 2 bilhões arrecadados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico foram novo recorde, superando, inclusive, o pico histórico anterior de verbas voltadas para C&T, nos anos 70. Em segundo lugar, o orçamento da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para 2008 será de R$ 2,8 bilhões, o maior de toda a sua história.
Vários indicadores atestam que o país parece, de fato, vivenciar um círculo virtuoso no setor. O aumento das bolsas de pesquisa e estudo é um deles. Das 95 mil bolsas concedidas em 2006 pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a previsão é se atingir 170 mil em 2010.
Também em 2006 atingiu-se marca histórica de 10 mil doutores titulados. O ministério não comemorou, pois reconhece que o número, aquém dos padrões dos países desenvolvidos, ainda é insuficiente para atender às necessidades de crescimento do Brasil. Por isso, o Plano de Ação tem como meta formar 16 mil doutores e 45 mil mestres em 2010.
A participação brasileira na produção científica mundial – medida pelo número de artigos científicos publicados – saltou de 0,44% em 1981 para 1,92% em 2006. Dados da Organização Mundial de Propriedade Industrial atestam que o Brasil registrou acréscimo de 4% nas patentes solicitadas no exterior.
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